Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316.2/40911
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorDeserto, Jorge
dc.date.accessioned2017-01-02T10:40:33Z
dc.date.accessioned2020-09-08T12:50:08Z-
dc.date.available2017-01-02T10:40:33Z
dc.date.available2020-09-08T12:50:08Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.isbn978-989-26-1297-3
dc.identifier.isbn978-989-26-1298-0 (PDF)
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10316.2/40911-
dc.description.abstractAlcestis, the oldest of the remaining works of Euripides and one of the less loved, is able to raise the most diverse interpretations and to surprise by an ambiguity that leaves the contemporary reader completely disarmed. This is also why it was unexpected that the Portuguese writer Gonçalo M. Tavares presented, in 2014, Os velhos também querem viver (Old people also want to live), a work that draws its inspiration from Euripides’ Alcestis. Placing the events in the surrounded city of Sarajevo (that means between 1992 and 1996), Tavares reproduces in full the intrigue of the Greek text, but subjecting it to the filter of a narrator who follows the events with a detached look, sometimes driven by mistrust, sometimes by irony - and this mechanism of (re) reading the words of the Greek play is able to refresh the way we look to the original text of Euripides.eng
dc.description.abstractAlceste, a mais antiga das obras conservadas de Eurípides e uma das menos queridas, é capaz de suscitar as interpretações mais díspares e de surpreender por uma ambiguidade que deixa desarmado o leitor contemporâneo. Também por isso é inesperado que Gonçalo M. Tavares tenha publicado, em 2014, Os velhos também querem viver, uma obra criada a partir da Alceste euripidiana. Situando-a surpreendentemente numa Sarajevo cercada (ou seja, nos anos de 1992 a 1996), Tavares reproduz por inteiro a intriga do texto grego, mas sujeitando-a ao filtro de um narrador que acompanha os acontecimentos com um olhar distanciado, ora movido pela desconfiança, ora pela ironia – e este mecanismo de (re)leitura consegue refrescar o olhar que lançamos sobre o texto original de Eurípides.por
dc.language.isopor-
dc.publisherImprensa da Universidade de Coimbrapor
dc.publisherAnnablumepor
dc.relation.ispartofhttp://hdl.handle.net/10316.2/40906por
dc.rightsopen access-
dc.subjectAlcestiseng
dc.subjectEuripideseng
dc.subjectGonçalo M. Tavareseng
dc.subjectreceptioneng
dc.subjectGreek theatreeng
dc.subjectAlcestepor
dc.subjectEurípidespor
dc.subjectGonçalo M. Tavarespor
dc.subjectrecepçãopor
dc.subjectteatro gregopor
dc.titleVale a pena trazer Alceste de volta à vida?: Eurípides e Gonçalo M. Tavarespor
dc.title.alternativeIs it worth to bring Alcestis back to life?: Euripides and Gonçalo M. Tavareseng
dc.typebookPartpor
uc.publication.collectionHumanitas Supplementumpor
uc.publication.firstPage69-
uc.publication.lastPage84-
uc.publication.locationCoimbrapor
dc.identifier.doi10.14195/978-989-26-1298-0_5-
uc.publication.sectionRecepção em Portugal e Em Espanhapor
uc.publication.digCollectionPBpor
uc.publication.orderno27-
uc.publication.areaArtes e Humanidadespor
uc.publication.bookTitleO livro do tempo: escritas e reescritas: teatro greco-latino e sua recepção II-
uc.publication.manifesthttps://dl.uc.pt/json/iiif/10316.2/40911/205042/manifest?manifest=/json/iiif/10316.2/40911/205042/manifest-
uc.publication.thumbnailhttps://dl.uc.pt/retrieve/11071332-
uc.publication.parentItemId54663-
uc.itemId69024-
item.fulltextWith Fulltext-
item.grantfulltextopen-
Appears in Collections:O livro do tempo: escritas e reescritas: teatro greco-latino e sua recepção II
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
vale_a_pena_trazer_alceste_de_volta_a__vida_euri_pides_e_gonc_alo_m._tavares.pdf616.05 kBAdobe PDFThumbnail
  
See online
Show simple item record

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.