Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10316.2/41377
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dc.contributor.authorÉsther, Angelo Brigato-
dc.date.accessioned2017-04-22T22:51:39Z
dc.date.accessioned2020-09-30T11:27:18Z-
dc.date.available2017-04-22T22:51:39Z
dc.date.available2020-09-30T11:27:18Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.issn0870-0958-
dc.identifier.issn2183-8925 (digital)-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10316.2/41377-
dc.description.abstractNeste artigo refletimos acerca da construção autoritária da identidade institucional da universidade brasileira em seus primeiros dias, isto é, durante a Primeira República (1889-1930). Geralmente, quando se fala acerca da universidade, parece haver a presunção de que o leitor sabe, de antemão, qual é ou qual deveria ser a sua identidade institucional. Subjacente a essa premissa há a pressuposição de uma identidade a priori definida, e que esta identidade se constituiria, portanto, numa essência - cujos defensores desejam manter e cujos adversários ou críticos desejam. Ao mesmo tempo, é comum afirmar-se que a universidade "está em crise". O que procuramos mostrar é que a crise da universidade brasileira começa em seu nascimento, fruto de um embate político-ideológico, em que se trava uma disputa entre políticas de identidade institucional conflitantes, cujo resultado final se alcança, fundamentalmente, por meio de uma matriz autoritária de decisão.por
dc.description.abstractThe aim of this paper is to rethink the construction of the institutional identity of the Brazilian university in its founding days (First Brazilian Republic, 1889- -1930). Frequently, when talking about a university there is the presumption that the reader already knows what is or what should be a university institutional identity. Underlying this presumption is the belief that there is an a priori one, that is to say, that there is a definite university essence - which some want to keep and opponents want to fight. Simultaneously, it is common to hear that the university is in a crisis. We hope to show that the Brazilian University has been in a crisis since its foundation, a crisis that is the result of political and ideological struggles and of opposing definitions of what a university should be. The solution of these on-going conflicts has been achieved, mainly, by authoritarian decisions.eng
dc.language.isopor-
dc.publisherImprensa da Universidade de Coimbra-
dc.rightsopen access-
dc.titleDiscursos e percursos identitários da Universidade brasileira na Primeira República (1889-1930)por
dc.title.alternativePathways and identity discourses in the Brazilian University during the First Republic (1889-1930)por
dc.typearticle-
uc.publication.collectionRevista de História das Ideias vol. 33-
uc.publication.firstPage421-
uc.publication.lastPage461-
uc.publication.locationCoimbra-
uc.publication.journalTitleRevista de História das Ideias-
uc.publication.volume33por
dc.identifier.doi10.14195/2183-8925_33_17-
uc.publication.sectionVaria-
uc.publication.orderno18-
uc.publication.areaArtes e Humanidades-
uc.publication.manifesthttps://dl.uc.pt/json/iiif/10316.2/41377/248717/manifest?manifest=/json/iiif/10316.2/41377/248717/manifest-
uc.publication.thumbnailhttps://dl.uc.pt/retrieve/11869593-
item.fulltextWith Fulltext-
item.grantfulltextopen-
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